O Coelho da Páscoa chegou mais cedo ao Ritinha Prates

Os usuários e os colaboradores do Hospital Neurológico Ritinha Prates, de Araçatuba (SP), celebraram a Páscoa nesta quinta-feira (18). A festa antecipada reuniu dezenas de pessoas no salão de eventos da entidade, incluindo familiares dos pacientes. A comemoração foi marcada pela animação e pela solidariedade. Teve coelho (fantasia cedida pelo grupo Animiania) gincana para os colaboradores, e muitas guloseimas, como ovos de chocolate, caixa de bombons e maças do amor doadas pela Cacau Show, pelo grupo de mães de alunos da escola SEB Thathi, pela voluntária Sandra de Silos e amigos, assim como pelos estagiários de psicologia do UniSalesiano.

Para a presidente da Associação de Amparo ao Excepcional Ritinha Prates, entidade mantenedora do hospital, Maria Aparecida Nascimento Xavier (Cida), a celebração é importante, pois aborda o renascimento de Cristo, tendo um forte apelo espiritual, e toda doação é um ato de bondade sempre bem-vindo. “As doações trazem alegria aos pacientes. Doadores, doações e quem as recebe são todos abençoados. É preciso refletir e tirar boas lições de tudo isso”, diz Cida. A Páscoa ou Domingo da Ressurreição é uma festividade religiosa da igreja católica que celebra a ressurreição de Jesus ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme relato do Novo Testamento.

A Entidade

Sem fins lucrativos, a Associação de Amparo do Excepcional Ritinha Prates (AAERP) existe há 42 anos trabalha na área da saúde e inclusão social, por meio do Hospital Neurológico Ritinha Prates (HNRP), com a prestação de serviços especializados a pessoas com deficiências neurológicas profundas e irreversíveis. Atualmente, atende 60 usuários internos. A entidade também é a mantenedora do Centro Especializado em Reabilitação III – Ritinha Prates (CER III Ritinha Prates), que presta cerca de 500 atendimentos por mês.

Entre os valores da associação, que atende exclusivamente por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), usuários de 42 municípios vinculados à DRS-2 (Direção Regional de Saúde), está o tratamento humanizado, além do respeito a conceitos éticos, morais, ambientais e filantrópicos.