Ritinha Prates começa o atendimento nos novos leitos de UCP

A Associação de Amparo ao Excepcional Ritinha Prates, de Araçatuba (SP), recebeu hoje os dois primeiros usuários nos novos leitos da sua UCP (Unidade de Internação em Cuidados Prolongados), que são destinados ao acompanhamento de usuários com quadro clínico estável, mas que necessitam permanecer sob cuidados especializados por mais tempo. O objetivo é estimular a rápida recuperação e a reabilitação do usuário.

A presidente da entidade, Vanilda Maria Barboza (Vanda), explica que a UCP tende a desafogar os hospitais gerais, que muitas vezes não têm condições de atender aos usuários que precisam de determinados cuidados e não têm condições de ir para casa, mas que poderiam ser atendidos numa unidade de saúde diferenciada. “Agora, esses usuários poderão ficar aqui na unidade por prazo determinado, que varia de 30 a 90 dias, até ficarem recuperados a ponto de poder voltar pra casa”, afirma.

Para ter acesso a um leito, o prontuário e o paciente são avaliados diretamente pelo médico coordenador da UCP, que definirá, conforme protocolos médicos, pelo recebimento ou não do usuário. Na unidade serão atendidos usuários dos 11 municípios da área central da DRS-II (Departamento Regional de Saúde), que são: Araçatuba, Auriflama, Guzolândia, Nova Castilho, Nova Luzitânia, Bento de Abreu, Guararapes, Rubiácea, Bilac, Santo Antônio do Aracanguá e Valparaíso.

A unidade está implantada em uma ala do Hospital Neurológico Ritinha Prates, e conta com 24 leitos para usuários de média e alta complexidade. O processo para o credenciamento da UCP estava em andamento desde maio de 2018, sendo que a estrutura já estava pronta, aguardando a habilitação. A conquista veio após uma ação parlamentar do deputado Geninho Zuliani (DEM), que intermediou solicitação da vice-prefeita Edna Flor (Cidadania) e do prefeito de Araçatuba, Dilador Borges (PSDB), no segundo semestre de 2020.

“Somos profundamente gratos ao deputado, assim como ao prefeito e à vice-prefeita, por este ato em favor da saúde pública. Foram praticamente três anos de muito trabalho, que envolveu elaboração de projeto, documentação, trâmites, ampliações e aquisições de equipamentos e materiais para poder oferecer mais este serviço à comunidade”, finaliza Vanda.